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Lodo de esgoto aumenta produção de madeira de eucaliptos


O lodo de esgoto, em uma dose de 7,7 toneladas por hectare, aumenta 8% o volume de madeira com casca em sistemas florestal de eucalipto em relação ao uso somente de adubos minerais.
Lodo de esgoto, em 7,7 toneladas por hectare, supre 100% do nitrogênio necessário
O lodo, em 7,7 toneladas por hectare, supre totalmente o nitrogênio necessário. Continue lendo Lodo de esgoto aumenta produção de madeira de eucaliptos

Dia da cidadania - São Paulo 25-jan-2010

clique na imagem para ampliar seu convite

Olá: Neste 25 de janeiro de 2010 estaremos espaço cultural TENDAL na Lapa,Rua Guaicurus, 1000, das 9hs às 17hs, venha participar de nossos Foruns.

Sistema de Suporte a Decisão para Gestão de Água Urbana

Programa contra enchentes urbanas

Enchentes e deslizamentos, que acontecem principalmente em épocas de chuvas, podem ser minimizados se os administradores públicos tiverem em mãos ferramentas que os auxiliem a prever cenários futuros e a tomarem decisões mais precisas.

Uma metodologia assim agora está disponível, graças ao trabalho do engenheiro Sidnei Ono, da Escola Politécnica da USP.

O Sistema de Suporte a Decisão para Gestão de Água Urbana – URBSSD é um software que permite elaborar estratégias preventivas em bacias urbanas, incorporando uma metodologia que permite ações preventivas em regiões de risco.

“A metodologia pode ser um importante suporte à tomada de decisões em tudo que se refere à água urbana superficial”, define Ono.

Monitoramento hidrográfico

O estudo foi feito na bacia hidrográfica do Rio Cabuçu, na Zona Norte de São Paulo. O rio Cabuçu é afluente do Tietê pela sua margem direita, tendo suas nascentes junto à Serra da Cantareira. A área de drenagem é da ordem de 42 quilômetros quadrados.

A bacia hidrográfica do Rio Cabuçu de Baixo é um exemplo típico do que tem ocorrido em muitas cidades brasileiras. É uma bacia em acelerado processo de urbanização, mas que ainda dispõe de condições de controle, se adequadamente administrada pelos seus gestores.

E foi lá que, a partir de 2002, Ono iniciou seus estudos para a elaboração do URBSSD. “Trata-se de uma metodologia que pode ser aplicada em outras regiões. Para tanto, basta que o software seja devidamente ajustado com os dados do local a ser monitorado”, esclarece o engenheiro.

Projeto multidisciplinar

Para iniciar o desenvolvimento do projeto, o engenheiro e uma equipe multidisciplinar, envolvendo hidrometristas, geólogos e arquitetos, realizaram uma espécie de “retrato” do local, mapeando uma série de características da região, como as áreas ocupadas, topografia, medições de eventos de chuva, medições do rio, etc.

Os dados foram então inseridos no software que permitiu gerar simulações de inundação. Os resultados das simulações hidrológicas e hidrodinâmicas podem ser visualizados e exportados para serem usados em outros softwares SIG.

“A medida pode proporcionar ao decisor uma solução rápida para variadas tormentas em bacias urbanas. Além de se constituir num instrumento de gestão, o projeto tem o potencial de minimizar os efeitos deletérios induzidos pelo crescimento humano”, destaca Ono.

Ele enfatiza que o projeto é uma metodologia, uma ferramenta eficiente para o controle de cheias urbanas.

Cenários de enchentes

Outra vantagem do URBSSD é o desenvolvimento de um sistema que integra modelos, podendo gerar cenários para a avaliação e suporte a decisões. “Normalmente os profissionais utilizam um software de cada vez, com o uso de um modelo hidrológico que estuda vazões, um outro modelo para o cálculo de ondas de cheias, outro software para o processamento de imagens e assim por diante”, descreve Ono.

Como recomendação para os modelos de cheias urbanas, o URBSSD deve ser adaptado para as diferentes bacias urbanas, mesmo sendo atualmente um software customizado. O projeto também tem o potencial de ser utilizado como uma ferramenta de análise de qualidade da água e de sedimentos para outras bacias urbanas, mas principalmente uma ferramenta importante na previsão de inundações se for aliado a um sistema de previsão de chuvas.

Fungo faz biodegradação de garrafas PET

A aluna da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Kethlen Rose Inácio da Silva desenvolveu um processo para a degradação de garrafas à base de polietileno tereftalato (PET) por meio de fungos.

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BIOBAIRRO: qualidade de vida no Jardim das Graças

Com a presença de representantes de cinco empresas da região, foi dado mais um passo na longa caminhada para transformar o Jardim das Graças em um biobairro. Três frentes estão em andamento: a questão da rede subterrânea, que é afetada pela descarga de resíduos de concreto das empresas locais; a instalação de calçadas verdes; e a coleta seletiva, junto com a necessária educação ambiental. Reunião pela qualidade de vida no Jardim das Graças. Com a coordenação da Ong Ecos do Vitória, o projeto de transformar o Jardim das Graças em um biobairro iniciou em 2007, quando a empresa Zini obteve um termo de cooperação para cuidar de uma praça junto à Marginal do Tietê. Tornando a proposta mais arrojada, a empresa colocou um barco na praça para realizar trabalhos de educação ambiental, gerando o projeto Navegando na Ecologia (clique AQUI para ver mais). Um bairro sustentável em termos de qualidade de vida passa pelo trabalho conjunto dos três setores: poder público, empresas e comunidade. A amarração desse trabalho da resultou em Maio deste ano em um jantar com empresários e o subprefeito, no colégio Padre Moye, onde o projeto foi detalhado (Clique AQUI para ver) Em continuidade, há cerca de um mês o subprefeito Walter Abrahão Filho recebeu em seu gabinete os empresário do Jardim das Graças, com a presença de membros da comunidade, para firmar presença no projeto. Nessa oportunidade foi dito que já existe uma grande obra em licitação, que canalizará o córrego Papaterra Limongi, criando uma avenida que ligará a av. N. Sra. das Graças à Marginal do Tietê. As obras na rede pluvial e de esgoto na região seguirão um cronograma em paralelo a essa obra maior, que é tocada pela subprefeitura e pela SABESP. Demonstrando consciência cidadã, as empresas aos poucos se unem ao projeto de transformação do Jardim das Graças em um biobairro. O foco agora é a questão da coleta seletiva e retirada do lixo das calçadas, para que as calçadas verdes possam ser implantadas. A Ong Ecos do Vitória deve apresentar um projeto executivo para análise dos demais parceiros. Empresas da região interessadas em colaborar com o projeto podem entrar em contato através do email contato@ecosdovitoria.org.br Minudências 

 Durante a inauguração do posto de saúde CAPS II na Casa Verde, o subprefeito Walter Abrahão Filho reafirmou a disposição de trabalhar junto com os empresários e a comunidade, para tornar o Jardim das Graças um “bairro referência”, como ele disse, em termos ambientais. 

 O Jardim das Graças compreende uma área de grande imóveis industriais e comerciais, cujos limites são, em termos gerais: Marginal do Tietê, av. Inajar de Souza, av. N. Sra. do Ó e rua Jacofer. 

 Em 1º/02/2009 um incêndio de causas suspeitas destruiu o barco na praça Navegando na Ecologia, poucos dias depois de um “nhocológico” ali realizado, com distribuição gratuita de nhoque para a comunidade e a inauguração de uma pequena estufa. O proprietário do barco, Enrico Vezzani, da Zini Massas, estuda os próximos passos do projeto. 

 As reuniões do grupo têm acontecido na sala de reuniões da Cimpor – Cimentos de Portugal, que aderiu com força ao projeto.

http://www.znnalinha.com.br/limao/html/biobairro_1.html

Prensagem de materiais recicláveis

prensa-enfardadeiraAo praticarmos a coleta seletiva em nossas residências e empresas geralmente fazemos o descarte em sacos plásticos, que após a coleta seletiva são levados a uma central de triagem e tratamento deste reciclado, geralmente uma cooperativa ou eco-ponto. Ao ser triado e separado, os recicláveis são armazenados até que se tenha um volume comercial ou seja; que torne viável sua coleta pelas indústrias recicladoras economizando assim no transporte.
Se avaliarmos somente a relação volume/peso destes materiais, verificamos que a quantidade de “vazio” neles é muitas vezes superior ao seu peso caso os espaços fossem preenchidos. Então torna-se necessária a redução de volume para que o transporte possa ser otimizado e o valor agregado de venda aumente em função da economia de transporte. Para tal utilizamos a técnica de prensagem dos materiais já separados por tipo; prensagem esta que pode ser feita em prensas hidraúlicas. Ainda assim é necessários que formemos fardos de tamanhos padrão, aceitos pelas industrias e/ou entrepostos de comercialização. Tais fardos facilitam o armazenamento, o cálculo de peso médio dos materiais apenas contando fardos, além é claro de permitir que estes fardos sejam estocados e empilhados no próprio eco-ponto até que forme um volume maior e possa ser comercializado diretamente com a empresa consumidora final.

É na crise que se aflora o melhor de cada um

Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo!
A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, entidades, porque a crise traz progressos.

A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar superado. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.

A verdadeira crise é a crise da incompetência.
O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.
Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.

Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la.

Qual o valor gasto para implantar o Parque Sena?

SVMA - mais uma placa anuncia obra sem valor e sem data de início

SVMA - mais uma placa anuncia obra sem valor e sem data de início

SR Secretário Eduardo Jorge.
Qual o valor gasto para implantar o Parque Sena?

Houve o desrespeito com as questões e ações ambientais, com as Ongs e agora o desrespeito com os cidadãos, que tem o direito de saber quanto do dinheiro público está sendo comprometido.

Esta é realmente uma obra “sem valores” e sem prazos também. E serão pagas com nossos impostos.

Romilda Hadad Coord. Executiva Ecos do Vitória – Educ. Gestão Ambiental Cel. 9444.0676 / 7335.7284

Propostas para a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente na implantação do Projeto 100 Parques

centro-de-educacao-social-destruido-pela-svma

centro-de-educacao-social-destruido-pela-svma

- Respeite ao menos quem nasceu antes da Secretaria do Verde (1993) -
Planeta Verde (1991)
- Aprenda Gestão Compartilhada (ler livro Marcos Gadelho – Subprefeito
Casa Verde/Cachoeirinha)
- Em meio ambiente nunca padronize as ações. O ambiente é baseado na
biodiversidade.
- Crie agentes sociambientais ao menos nas localidades onde pretende agir;
- Crie canais de informação práticos, além dos teóricos;
- Conheça o projeto construído e aprovado para a área;
- Conheça a história local;
- Conheça quem é clientelista e quem não é, na comunidade;
- Respeite os atores que fizeram a história;
- Crie um canal de comunicação respeitoso;
- Conte com um biólogo (no local, não no gabinete);
- Conheça a fauna e flora locais;
- Acompanhe com arquitetos e engenheiros evitando os impactos de
drenagem e outros;
- Não avalie baseado em técnicos de gabinete.
- Acione as outras Secretarias para uma ação intersecretarial,
inclusive da Assistência Social.
- Faça um EIA/RIMA
- Faça uma audiência pública com a comunidade local
- Ao substituir um projeto planeje o reaproveitamento das estruturas existentes;
- NUNCA DESTRUA CENTROS DE EDUCAÇÃO SOCIOAMBIENTAL E VIVEIROS DE
MUDAS, ENTRE OUTRAS COISAS BOAS FEITAS PELO AMBIENTE, POIS SÃO
ESCASSAS;

Em resumo, OUÇA a todos os envolvidos antes e decida depois, para evitar tragédias governamentais como estas feitas em 2008.

Muita LUZ  e  “apesar de vocês, amanhã há de ser outro dia”.

Só nos resta reafirmar as palavras do Grande Profeta:
“PAI, PERDOA-OS. ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM.”
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Olá, mundo!

Você pode contribuir com as atividades da Ecos do Vitória de diversas maneiras! Seja registrando eventos, escrevendo artigos para este site, pesquisando contatos, participando de projetos específicos, informando-nos sobre notícias, divulgando nossas ações …

· Separando seus resíduos para a coleta seletiva e entregando os materiais recicláveis limpos a um dos postos de coleta seletiva;

· Sendo um multiplicador das nossas atividades no seu trabalho, na sua comunidade, no seu condomínio, na escola de seu filho, para parentes e amigos;

· Atuando como voluntário em nossas ações;

· Sendo um parceiro, disponbilizando recursos e serviços, ou nos contratando para palestras, oficinas e programas de coleta seletiva;

· Comportando-se como um captador de recursos para fomentar nossas atividades.

· Colaborando financeiramente para possibilitar a inclusão social através de cooperativas de coleta seletiva, ou atividades de educação ambiental para crianças e instituições sem fins lucrativo.
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“Faça todo o bem que você puder, com todos os recursos que você puder; por todos os meios que você puder, em todos os lugares que você puder, em todos os tempos que você puder, para todas as pessoas que você puder, sempre e quando você puder” (John Wesley).